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3 de Julho de 2022
  • 2º Grau
  • Controle Concentrado de Constitucionalidade
  • Decisão de mérito
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Supremo Tribunal Federal STF - AÇÃO DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE: ADI 3273 DF

Supremo Tribunal Federal
há 15 anos

Detalhes da Jurisprudência

Processo

ADI 3273 DF

Órgão Julgador

Tribunal Pleno

Partes

REQTE.(S) : GOVERNADOR DO ESTADO DO PARANÁ, INTDO.(A/S) : FEDERAÇÃO ÚNICA DOS PETROLEIROS - FUP, INTDO.(A/S) : SINDICATO DOS PETROLEIROS DO LITORAL PAULISTA, INTDO.(A/S) : INSTITUTO BRASILEIRO DE PETRÓLEO E GÁS - IBP

Publicação

02/03/2007

Julgamento

16 de Março de 2005

Relator

CARLOS BRITTO

Documentos anexos

Inteiro TeorADI_3273_DF-_16.03.2005.pdf
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Ementa

CONSTITUCIONAL. MONOPÓLIO. CONCEITO E CLASSIFICAÇÃO. PETRÓLEO, GÁS NATURAL E OUTROS HIDROCARBONETOS FLUÍDOS. BENS DE PROPRIEDADE EXCLUSIVA DA UNIÃO. ART. 20, DA CB/88. MONOPÓLIO DA ATIVIDADE DE EXPLORAÇÃO DO PETRÓLEO, DO GÁS NATURAL E DE OUTROS HIDROCARBONETOS FLUÍDOS. ART. 177, I a IV e §§ 1º E 2º, DA CB/88. REGIME DE MONOPÓLIO ESPECÍFICO EM RELAÇÃO AO ART. 176 DA CONSTITUIÇÃO. DISTINÇÃO ENTRE AS PROPRIEDADES A QUE RESPEITAM OS ARTS. 177 E 176, DA CB/88. PETROBRAS. SUJEIÇÃO AO REGIME JURÍDICO DAS EMPRESAS PRIVADAS [ART. 173, § 1º, II, DA CB/88]. EXPLORAÇÃO DE ATIVIDADE ECONÔMICA EM SENTIDO ESTRITO E PRESTAÇÃO DE SERVIÇO PÚBLICO. ART. 26, § 3º, DA LEI N. 9.478/97. MATÉRIA DE LEI FEDERAL. ART. 60, CAPUT, DA LEI N. 9.478/97. CONSTITUCIONALIDADE. COMERCIALIZAÇÃO ADMINISTRADA POR AUTARQUIA FEDERAL [ANP]. EXPORTAÇÃO AUTORIZADA SOMENTE SE OBSERVADAS AS POLÍTICAS DO CNPE, APROVADAS PELO PRESIDENTE DA REPÚBLICA [ART. 84, II, DA CB/88].

1. O conceito de monopólio pressupõe apenas um agente apto a desenvolver as atividades econômicas a ele correspondentes. Não se presta a explicitar características da propriedade, que é sempre exclusiva, sendo redundantes e desprovidas de significado as expressões "monopólio da propriedade" ou "monopólio do bem".
2. Os monopólios legais dividem-se em duas espécies: (i) os que visam a impelir o agente econômico ao investimento --- a propriedade industrial, monopólio privado; e (ii) os que instrumentam a atuação do Estado na economia.
3. A Constituição do Brasil enumera atividades que consubstanciam monopólio da União [art. 177] e os bens que são de sua exclusiva propriedade [art. 20]. 4. A existência ou o desenvolvimento de uma atividade econômica sem que a propriedade do bem empregado no processo produtivo ou comercial seja concomitantemente detida pelo agente daquela atividade não ofende a Constituição. O conceito de atividade econômica [enquanto atividade empresarial] prescinde da propriedade dos bens de produção. 5. A propriedade não consubstancia uma instituição única, mas o conjunto de várias instituições, relacionadas a diversos tipos de bens e conformadas segundo distintos conjuntos normativos --- distintos regimes --- aplicáveis a cada um deles. 6. A distinção entre atividade e propriedade permite que o domínio do resultado da lavra das jazidas de petróleo, de gás natural e de outros hidrocarbonetos fluídos possa ser atribuída a terceiros pela União, sem qualquer ofensa à reserva de monopólio [art. 177 da CB/88]. 7. A propriedade dos produtos ou serviços da atividade não pode ser tida como abrangida pelo monopólio do desenvolvimento de determinadas atividades econômicas. 8. A propriedade do produto da lavra das jazidas minerais atribuídas ao concessionário pelo preceito do art. 176 da Constituição do Brasil é inerente ao modo de produção capitalista. A propriedade sobre o produto da exploração é plena, desde que exista concessão de lavra regularmente outorgada. 9. Embora o art. 20, IX, da CB/88 estabeleça que os recursos minerais, inclusive os do subsolo, são bens da União, o art. 176 garante ao concessionário da lavra a propriedade do produto de sua exploração. 10. Tanto as atividades previstas no art. 176 quanto as contratações de empresas estatais ou privadas, nos termos do disposto no § 1º do art. 177 da Constituição, seriam materialmente impossíveis se os concessionários e contratados, respectivamente, não pudessem apropriar-se, direta ou indiretamente, do produto da exploração das jazidas. 11. A EC 9/95 permite que a União transfira ao seu contratado os riscos e resultados da atividade e a propriedade do produto da exploração de jazidas de petróleo e de gás natural, observadas as normais legais. 12. Os preceitos veiculados pelos § 1º e 2º do art. 177 da Constituição do Brasil são específicos em relação ao art. 176, de modo que as empresas estatais ou privadas a que se refere o § 1º não podem ser chamadas de "concessionárias". Trata-se de titulares de um tipo de propriedade diverso daquele do qual são titulares os concessionários das jazidas e recursos minerais a que respeita o art. 176 da Constituição do Brasil. 13. A propriedade de que se cuida, no caso do petróleo e do gás natural, não é plena, mas relativa; sua comercialização é administrada pela União mediante a atuação de uma autarquia, a Agência Nacional do Petróleo - ANP. 14. A Petrobras não é prestadora de serviço público. Não pode ser concebida como delegada da União. Explora atividade econômica em sentido estrito, sujeitando-se ao regime jurídico das empresas privadas [§ 1º, II, do art. 173 da CB/88]. Atua em regime de competição com empresas privadas que se disponham a disputar, no âmbito de procedimentos licitatórios [art. 37, XXI, da CB/88], as contratações previstas no § 1º do art. 177 da Constituição do Brasil. 15. O art. 26, § 3º, da Lei n. 9.478/97, dá regulação ao chamado silêncio da Administração. Matéria infraconstitucional, sem ofensa direta à Constituição. 16. Os preceitos dos arts. 28, I e III; 43, parágrafo único; e 51, parágrafo único, da Lei n. 9.478/98 são próprios às contratações de que se cuida, admitidas expressamente pelo § 2º do art. 177 da CB. 17. A opção pelo tipo de contrato a ser celebrado com as empresas que vierem a atuar no mercado petrolífero não cabe ao Poder Judiciário: este não pode se imiscuir em decisões de caráter político. 18. Não há falar-se em inconstitucionalidade do art. 60, caput, da Lei n. 9.478/97. O preceito exige, para a exportação do produto da exploração da atividade petrolífera, seja atendido o disposto no art. da Lei n. 8.176/91, observadas as políticas aprovadas pelo Presidente da República, propostas pelo Conselho Nacional de Política Energética - CNPE [art. 84, II, da CB/88]. 19. Ação direta julgada improcedente.

Decisão

O Tribunal, por unanimidade, rejeitou a preliminar de falta de legitimidade do Governador do Estado do Paraná para propor a ação direta. Votou o Presidente, Ministro Nelson Jobim. Em seguida, após relatório, as sustentações orais, pelo requerente, do Dr. Sérgio Botto de Lacerda, Procurador-Geral do Estado; pelos amici curiae Federação Única dos Petroleiros - FUP, Sindicato dos Petroleiros do Litoral Paulista - SINDIPETRO/LP e Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias de Refinação, Destilação, Exploração e Produção de Petróleo nos Estados do Paraná e Santa Catarina, do Dr. Luís Antônio Castagna Maia; pela Advocacia-Geral da União, do Dr. Álvaro Augusto Ribeiro Costa, Advogado-Geral da União; pelo amicus curiae Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás - IBP, do Dr. Carlos Roberto Siqueira Castro; e, pelo Ministério Público Federal, do Dr. Cláudio Lemos Fonteles, Procurador-Geral da República, e do voto do Senhor Ministro Carlos Britto, Relator, que deferia, em parte, a liminar, o Tribunal deliberou, tendo em vista o estado do processo, apreciar o mérito da ação, pelo que o voto do Relator converteu-se em voto de mérito pela procedência parcial da ação. Abriu-se vista dos autos ao Procurador-Geral da República, pelo prazo de cinco (05) dias, após o que prosseguirá o julgamento. Plenário, 16.09.2004. Decisão: Após o voto do Senhor Ministro Carlos Britto, Relator, que julgava procedente, em parte, a ação, nos termos de seu voto, pediu vista antecipadamente o Senhor Ministro Março Aurélio. Presidência do Senhor Ministro Nelson Jobim. Plenário, 23.09.2004. Decisão: Após o voto-vista do Senhor Ministro Março Aurélio, julgando procedente, em parte, a ação direta, para declarar a inconstitucionalidade da expressão "conferindo-lhe a propriedade desses bens, após extraídos", contida no artigo 26, cabeça, bem como do § 3º do mesmo artigo; dos incisos I e III do artigo 28; do parágrafo único do artigo 43 e do parágrafo único do artigo 51, todos da Lei nº 9.478/97; e indeferindo o pedido relativamente ao artigo 60, cabeça, pediu vista dos autos o Senhor Ministro Eros Grau. Ausente, justificadamente, o Senhor Ministro Nelson Jobim (Presidente). Presidência da Senhora Ministra Ellen Gracie (Vice- Presidente). Plenário, 02.03.2005. Decisão: Prosseguindo no julgamento, o Tribunal, por maioria, julgou inteiramente improcedente a ação, vencidos os Senhores Ministros Carlos Britto (Relator), Março Aurélio e Joaquim Barbosa que, na forma de seus votos, julgavam procedente, em parte, a ação. Votou o Presidente, Ministro Nelson Jobim. Redigirá o acórdão o Senhor Ministro Eros Grau. Ausente, justificadamente, o Senhor Ministro Celso de Mello. Plenário, 16.03.2005.

Acórdão

O Tribunal, por unanimidade, rejeitou a preliminar de falta de legitimidade do Governador do Estado do Paraná para propor a ação direta. Votou o Presidente, Ministro Nelson Jobim. Em seguida, após relatório, as sustentações orais, pelo requerente, do Dr. Sérgio Botto de Lacerda, Procurador-Geral do Estado; pelos amici curiae Federação Única dos Petroleiros - FUP, Sindicato dos Petroleiros do Litoral Paulista - SINDIPETRO/LP e Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias de Refinação, Destilação, Exploração e Produção de Petróleo nos Estados do Paraná e Santa Catarina, do Dr. Luís Antônio Castagna Maia; pela Advocacia-Geral da União, do Dr. Álvaro Augusto Ribeiro Costa, Advogado-Geral da União; pelo amicus curiae Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás - IBP, do Dr. Carlos Roberto Siqueira Castro; e, pelo Ministério Público Federal, do Dr. Cláudio Lemos Fonteles, Procurador-Geral da República, e do voto do Senhor Ministro Carlos Britto, Relator, que deferia, em parte, a liminar, o Tribunal deliberou, tendo em vista o estado do processo, apreciar o mérito da ação, pelo que o voto do Relator converteu-se em voto de mérito pela procedência parcial da ação. Abriu-se vista dos autos ao Procurador-Geral da República, pelo prazo de cinco (05) dias, após o que prosseguirá o julgamento. Plenário, 16.09.2004. Decisão: Após o voto do Senhor Ministro Carlos Britto, Relator, que julgava procedente, em parte, a ação, nos termos de seu voto, pediu vista antecipadamente o Senhor Ministro Marco Aurélio. Presidência do Senhor Ministro Nelson Jobim. Plenário, 23.09.2004. Decisão: Após o voto-vista do Senhor Ministro Marco Aurélio, julgando procedente, em parte, a ação direta, para declarar a inconstitucionalidade da expressão "conferindo-lhe a propriedade desses bens, após extraídos", contida no artigo 26, cabeça, bem como do § 3º do mesmo artigo; dos incisos I e III do artigo 28; do parágrafo único do artigo 43 e do parágrafo único do artigo 51, todos da Lei nº 9.478/97; e indeferindo o pedido relativamente ao artigo 60, cabeça, pediu vista dos autos o Senhor Ministro Eros Grau. Ausente, justificadamente, o Senhor Ministro Nelson Jobim (Presidente). Presidência da Senhora Ministra Ellen Gracie (Vice- Presidente). Plenário, 02.03.2005. Decisão: Prosseguindo no julgamento, o Tribunal, por maioria, julgou inteiramente improcedente a ação, vencidos os Senhores Ministros Carlos Britto (Relator), Marco Aurélio e Joaquim Barbosa que, na forma de seus votos, julgavam procedente, em parte, a ação. Votou o Presidente, Ministro Nelson Jobim. Redigirá o acórdão o Senhor Ministro Eros Grau. Ausente, justificadamente, o Senhor Ministro Celso de Mello. Plenário, 16.03.2005.

Resumo Estruturado

- ADMISSIBILIDADE, INSTITUIÇÃO, SOCIEDADE CIVIL, QUALIDADE, "AMICI CURIAE", DIREITO, SUSTENTAÇÃO ORAL . RECONHECIMENTO, LEGITIMAÇÃO ATIVA, GOVERNADOR, PARANÁ, OBJETIVO, DEFESA, INTEGRIDADE, PATRIMÔNIO PÚBLICO, DESENVOLVIMENTO, SOBERANIA NACIONAL, INTERESSE, ARRECADAÇÃO TRIBUTÁRIA . STF, DELIBERAÇÃO, SENTIDO, REALIZAÇÃO, JULGAMENTO, MÉRITO, AÇÃO DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE, RAZÃO, RELEVÂNCIA, PEDIDO, FATO, RELATOR, EXAURIMENTO, MATÉRIA. - MIN. SEPÚLVEDA PERTENCE : RECONHECIMENTO, PERTINÊNCIA TEMÁTICA, LEGITIMAÇÃO, GOVERNADOR, IMPUGNAÇÃO, LEI FEDERAL, MOTIVO, POLÍTICA, PETRÓLEO, INTERESSE, ESTADO-MEMBRO, MATÉRIA TRIBUTÁRIA, PARTICIPAÇÃO, PRODUTO, EXPLORAÇÃO PETROLÍFERA. - VIDE EMENTA E INDEXAÇÃO PARCIAL : CONSTITUCIONALIDADE, DISPOSITIVO, LEI FEDERAL, DISCIPLINA, POLÍTICA ENERGÉTICA NACIONAL, TRANSFERÊNCIA, CONCESSIONÁRIO, PROPRIEDADE, PRODUTO, RESULTADO, EXPLORAÇÃO, PETRÓLEO, GÁS NATURAL . CONSTITUIÇÃO FEDERAL, EXIGÊNCIA, INTERPRETAÇÃO, BASE, REALIDADE, CONSIDERAÇÃO, PRÁXIS, FUNDAMENTAÇÃO, CONTEXTO, MOMENTO HISTÓRICO . MONOPÓLIO, UNIÃO, REFERÊNCIA, ATIVIDADE, AUSÊNCIA, PROPRIEDADE, POSSIBILIDADE, RESULTADO, LAVRA, JAZIDA, PETRÓLEO, GÁS NATURAL, HIDROCARBONETO FLUÍDO, TRANSFERÊNCIA, EXPLORAÇÃO, TERCEIRO. CONCESSIONÁRIO, PROPRIEDADE RELATIVA, PRODUTO, EXTRAÇÃO, EXPLORAÇÃO, PETRÓLEO, GÁS NATURAL, MOTIVO, UNIÃO, MANUTENÇÃO, RETENÇÃO, ADMINISTRAÇÃO, COMERCIALIZAÇÃO, PRODUTO, INTERMÉDIO, ANP, RESULTADO, CONTRATADO, PROPRIEDADE, PRODUTO, AUSÊNCIA, TITULAR, LIVRE DISPONIBILIDADE. - FUNDAMENTAÇÃO COMPLEMENTAR, MIN. CARLOS VELLOSO: EMENDA CONSTITUCIONAL, MANUTENÇÃO, MONOPÓLIO, UNIÃO, AFASTAMENTO, PROIBIÇÃO, CONCESSÃO, EMPRESA ESTATAL, EMPRESA PRIVADA, ATIVIDADE, EXPLORAÇÃO, PETRÓLEO, RESULTADO, POSSIBILIDADE, APLICAÇÃO, DISPOSITIVO CONSTITUCIONAL, GARANTIA, CONCESSIONÁRIO, DIREITO, PROPRIEDADE, PRODUTO, EXTRAÇÃO. - VOTO VENCIDO, MIN. CARLOS BRITTO : DECLARAÇÃO, INCONSTITUCIONALIDADE PARCIAL, LEI FEDERAL, POLÍTICA ENERGÉTICA NACIONAL, MONOPÓLIO, PETRÓLEO, CRIAÇÃO, CONSELHO NACIONAL DE POLÍTICA ENERGÉTICA, AGÊNCIA NACIONAL DO PETRÓLEO . MONOPÓLIO, PETRÓLEO, CARACTERIZAÇÃO, UNITITULARIDADE, ATIVIDADE, DOMÍNIO, RESULTADO, UNIÃO, PROPRIEDADE, EXCLUSIVIDADE, JAZIDA, PETRÓLEO, GÁS, HIDROCARBONETO FLUÍDO, PERMANÊNCIA, TITULAR, PESQUISA, LAVRA, REFINAÇÃO, IMPORTAÇÃO, EXPORTAÇÃO, TRANSPORTE MARÍTIMO. MONOPÓLIO, SETOR PETROLÍFERO, INCOMPATIBILIDADE, REGIME, TRANSPASSE, PROPRIEDADE, LAVRA, APROPRIAÇÃO, JAZIDA. . REGIME JURÍDICO, PETRÓLEO, GÁS NATURAL, CARACTERIZAÇÃO, ESPÉCIE, RECURSO MINERAL, PROPRIEDADE, UNIÃO, CONSTITUIÇÃO FEDERAL, PREVISÃO, DISPOSIÇÃO ESPECÍFICA, MATÉRIA, NECESSIDADE, OBSERVÂNCIA, "LEX SPECIALI DERROGAT GENERALI" . FLEXIBILIZAÇÃO, MONOPÓLIO, REFERÊNCIA, TIPO, EXIGÊNCIA, PEDIDO, EMPRESA PRIVADA, INTERESSE, EXPLORAÇÃO, RECURSO MINERAL "LATO SENSU", DIFERENÇA, ERRADICAÇÃO, INSTITUTO, MONOPÓLIO. - VOTO VENCIDO, MIN. JOAQUIM BARBOSA : NECESSIDADE, OBSERVÂNCIA, PRINCÍPIO DA SEGURANÇA JURÍDICA, CONSIDERAÇÃO, EFEITO JURÍDICO, LEI IMPUGNADA, FUNÇÃO, AJUIZAMENTO TARDIO, AÇÃO DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE . INCONSTITUCIONALIDADE, DISPOSITIVO, LEI FEDERAL, CONSIDERAÇÃO, APROVAÇÃO AUTOMÁTICA, PLANO, PROJETO, AUSÊNCIA, MANIFESTAÇÃO, ANP, PRAZO, FIXAÇÃO, LEI, OBJETIVO, PREVENÇÃO, LETARGIA ADMINISTRATIVA, CARACTERIZAÇÃO, FIGURA, DECISÃO ADMINISTRATIVA IMPLÍCITA, VIOLAÇÃO, EXIGÊNCIA CONSTITUCIONAL, MOTIVAÇÃO, DECISÃO ADMINISTRATIVA. -VOTO VENCIDO, MIN. MARÇO AURÉLIO: CONCEITO, MONOPÓLIO, NATUREZA ECONÔMICA, SIGNIFICAÇÃO, CONTROLE EXCLUSIVO, COMÉRCIO, MERCADORIA . ATIVIDADE, SUBMISSÃO, REGIME, MONOPÓLIO, PERMANÊNCIA, TITULARIDADE, JURISDIÇÃO, CONTROLE, ESTADO . PETRÓLEO, BEM PÚBLICO, DESTINAÇÃO ESPECÍFICA, PROPRIEDADE, GARANTIA, REGIME DE MONOPÓLIO, FINALIDADE, PROTEÇÃO, INTERESSE COLETIVO, SOBERANIA NACIONAL . DEFERIMENTO PARCIAL, DECLARAÇÃO, INCONSTITUCIONALIDADE, DISPOSITIVO, LEI FEDERAL, CONCESSÃO, CONCESSIONÁRIO, PROPRIEDADE, BENS, POSTERIORIDADE, EXTRAÇÃO . CONSIDERAÇÃO, PROJETO, APROVAÇÃO AUTOMÁTICA, DECORRÊNCIA, EXCESSO, PRAZO, MANIFESTAÇÃO, ANP . EXTINÇÃO, CONCESSÃO, VENCIMENTO, PRAZO CONTRATUAL, HIPÓTESE, RESCISÃO, PREVISÃO, CONTRATO . FIXAÇÃO, CONDIÇÃO, PRORROGAÇÃO, PRAZO, EXPLORAÇÃO, CONTRATO . FIXAÇÃO, VALOR, PAGAMENTO, OCUPAÇÃO, RETENÇÃO, ÁREA .

Referências Legislativas

Observações

-Acórdãos citados: AC 1 AgR, ADI 902 MC (RTJ 151/444), ADI 1001 (RTJ 190/432), ADI 1307, ADI 1750 MC (RTJ 181/912), ADI 1899 MC (RTJ 179/573), ADI 2310 MC, ADI 2396 MC (RTJ 180/160), ADI 2399, ADI 2477, ADI 2849 MC, ADI 3366, MS 25024. Veja MS 25024. Número de páginas: 179. Análise: 16/03/2007, JBM.
Disponível em: https://stf.jusbrasil.com.br/jurisprudencia/765689/acao-direta-de-inconstitucionalidade-adi-3273-df

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